Prazo para guardar logs de internautas precisa ser modificado, diz Abranet

O armazenamento de logs de acesso de internautas brasileiros por um período de três anos, previsto no artigo 22 do projeto de lei substitutivo 76, que tipifica crimes eletrônicos no Brasil, continua a ser questionado pela Abranet.

“Acho que teremos de continuar um trabalho no parlamento para que esse prazo de armazenamento seja modificado ou excluído”, afirmou Eduardo Parajo, presidente da associação que representa os provedores de internet no Brasil.

De acordo com o projeto de lei atualizado, não só os provedores devem arcar com o armazenamento de logs de acesso, mas instituições públicas ou privadas que ofereçam acesso à rede mundial de computadores.

“Imputar uma responsabilidade investigativa, que é do Estado - da polícia - para a sociedade. Isso não existe isso em lugar nenhum do mundo e ainda pode impactar em custos para as empresas”, observa Parajo.

Saiba mais (idgnow.uol.com.br).

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